Brasil | Mercado Nacional
Há números que resumem uma trajetória inteira, e a Honda acaba de escrever um deles. A fabricante ultrapassou, pela primeira vez, a barreira de 1 milhão de motocicletas emplacadas no Brasil considerando apenas os oito primeiros meses de um ano. Entre janeiro e agosto de 2026, foram mais de 1,03 milhão de unidades registradas — o melhor resultado acumulado da companhia para o período em cinco décadas de atuação no país. E o marco não vem sozinho: ele desembarca poucos meses antes de a marca soprar 50 velinhas de produção nacional, um encontro de datas que dificilmente poderia ser mais simbólico.
O tamanho de uma liderança
Para entender a dimensão do feito, convém olhar para o ritmo. O crescimento foi de 9% na comparação com os mesmos oito meses de 2025, quando pouco mais de 943 mil motos da marca haviam recebido placas. Não se trata de um resultado pontual, mas da confirmação de uma hegemonia construída ao longo de gerações. A Honda não apenas lidera o mercado brasileiro de duas rodas: ela o define. É a régua pela qual todas as concorrentes medem seu próprio desempenho — um patamar de referência que poucas marcas, em qualquer setor da indústria nacional, conseguem sustentar por tanto tempo.
As campeãs de sempre puxando a fila
Quem sustenta esse volume são, mais uma vez, as motos de trabalho e de entrada — exatamente aquelas que colocaram e mantêm o Brasil sobre duas rodas. A família CG segue soberana, com mais de 362 mil unidades emplacadas até agosto. Logo atrás vem a Biz 125, com mais de 180 mil, seguida da Pop 110i ES, que superou 168 mil registros, e da NXR 160 Bros, com mais de 132 mil. Somadas, essas quatro linhas respondem por mais de 840 mil motocicletas — a espinha dorsal de um portfólio que atende do entregador ao viajante. Não é coincidência que a CG, lançada justamente em 1976, seja, desde então, o veículo mais vendido do Brasil, ano após ano. Há motos que se tornam sinônimo de sua categoria; a CG se tornou sinônimo de motocicleta.
Manaus: a fábrica que virou referência mundial
Por trás dos emplacamentos existe uma operação industrial que é, ela própria, motivo de orgulho. Fundada em 1976 no Polo Industrial de Manaus, a fábrica da Honda tornou-se a unidade mais verticalizada de todo o grupo Honda no mundo — o que significa que ela produz internamente desde componentes como motores, chassis, rodas e assentos até a montagem final. São cerca de 6.500 motocicletas saindo das linhas por dia, distribuídas em 20 modelos que vão de 110 a 1.100 cilindradas, abastecendo o mercado nacional e exportando para mais de 15 países. Neste ano, a planta amazonense alcançou a impressionante marca de 32 milhões de motocicletas produzidas desde sua inauguração. É essa robustez industrial — rara e difícil de replicar — que dá sustentação à liderança comercial.
Confiança no país: R$ 1,6 bilhão até 2029
A Honda também mostra que não pretende administrar apenas o presente. A empresa mantém em curso um ciclo de investimentos de R$ 1,6 bilhão até 2029, destinado à modernização das operações, ao desenvolvimento de novos produtos, ao ganho de eficiência produtiva e ao fortalecimento da inovação. O aporte elevará a capacidade da fábrica de Manaus para 1,6 milhão de unidades por ano e prevê a criação de cerca de 350 novos empregos. Nas palavras de Arata Ichinose, presidente da Moto Honda, o novo ciclo reforça a confiança da marca no Brasil, nos parceiros de negócios e nos clientes — uma aposta de longo prazo em um mercado que a empresa ajudou a construir. Para Marcos Bento, head comercial da Honda Motos, o resultado histórico é consequência direta da combinação entre portfólio amplo, rede de concessionárias capilarizada, soluções financeiras acessíveis e um pós-venda estruturado.
Por que a Honda é referência
Vale a reflexão sobre o que sustenta uma liderança tão duradoura, porque ela não se explica por um único fator. É a confiabilidade lendária dos seus motores, que transformou modelos como a CG em patrimônio afetivo de milhões de famílias. É a maior e mais capilarizada rede de concessionárias e assistência técnica do país, que garante peça e atendimento até nos rincões mais distantes — algo decisivo para quem depende da moto para trabalhar. É a força de um pós-venda e de um valor de revenda que protegem o investimento do consumidor ao longo de toda a vida útil da moto. E é, sobretudo, a consistência: enquanto marcas vão e vêm, a Honda entrega, década após década, aquilo que promete. Referência não é um título que se ganha; é uma reputação que se constrói todos os dias, uma moto de cada vez — e 32 milhões delas contam essa história.
Um ano para entrar na história
Mantido o ritmo dos oito primeiros meses, 2026 tende a se tornar um dos anos mais marcantes da trajetória da Honda no Brasil — não apenas pelo cinquentenário da produção nacional, celebrado em novembro, mas também pelos números que redefinem o próprio conceito de liderança no mercado. É o tipo de marca que se atinge quando tradição, capacidade industrial e proximidade com o cliente caminham juntas. E, para o motociclista brasileiro, significa a certeza de ter ao lado uma fabricante que, meio século depois, segue apostando no país.
Para quem quer fazer parte dessa história e conhecer de perto os modelos que sustentam a liderança da marca — da consagrada CG à completa linha Honda —, vale a visita à Mila Moto (www.milamoto.com.br), concessionária Honda com unidades em Jundiaí, Itupeva e Itatiba, no interior de São Paulo. Além de um atendimento próximo e de test drives bem conduzidos, é o pós-venda cuidadoso que traduz, no dia a dia, aquilo que faz da Honda uma referência: a tranquilidade de andar bem acompanhado.













